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Capitalismo movido à crédito

26/12/2012

CDa acumulação em marcha forçada à crise e à da depressão prolongada

Nesta nota é discutida a tese de Richard Duncan sobre a íntima relação da expansão desmedida do crédito com o desempenho da economia norte-americana entre 1968 e o momento atual (2012).  Ele sustenta em seu livro The new depression, publicado em 2012, que a explicação desse movimento de  formação, expansão e estouro de uma  bolha de crédito, que dura por décadas pode ser feita com base na teoria austríaca do ciclo de Ludwig von Mises e na teoria monetária de Irving Fisher. Ambas essas teorias, como se sabe, enfatizam a importância do crédito na aceleração da acumulação de capital. A nota cuida, então, da crítica desse tipo de teorização baseado no equilibrismo de pleno emprego e, por isso, no dinheiro como meio de circulação em exclusivo. Mostra, em sequência, como o papel do crédito na acumulação de capital é acolhido – não do mesmo modo – pelo keynesianismo e pelo marxismo.

Para ler a nota basta clicar aqui: Capitalismo Movido à Credito

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