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Dinheiro fictício III

03/07/2017

A questão do dinheiro na obra madura de Marx tem sido objeto de grandes controvérsias. E estas parecem não chegar a bom termo.  Aqui se faz um esforço para esclarecer a confusão entre o dinheiro como “medida de valor” e o dinheiro como “padrão de preços”. Eis que esse quiproquó – crê-se – está no origem da tese segundo a qual a teoria do dinheiro desse autor tornou-se anacrônica.  Por um lado, julga-se que, para Marx, o dinheiro configura-se sobretudo, necessariamente, como uma mercadoria real, ouro por exemplo. E que o dinheiro-papel, por não ser mais do que um representante do dinheiro-ouro na circulação, deve ser oficialmente nele conversível. Por outro, vê-se que o meio circulante hoje afigura-se como puramente fiduciário, ou seja, como não conversível em ouro. O artigo em anexo sustenta não só que essa opinião está errada, mas também que as defesas apresentadas de Marx estão em geral equivocadas.

O artigo se encontra aqui: Da confusão entre medida de valor e padrão de Preços

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